domingo, 22 de abril de 2007

Cabeça de teias, pressa de pés

Subia hoje os tectos dos passeios emaranhados de gente. E neles havia pensares, pesares, estares distintos. Quis ser todos eles, beber da euforia ginasticada daquela gente sem rosto mas com muita pressa. Não os vejo, não os leio, não os sou. Andante incessante da minha veloz condução, sou mais um rosto sem nome, mais um inexorável descer dos tectos. Para o chão. Quando, para quando poder sonhar?

Nenhum comentário: